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SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE CONCESSÕES FLORESTAIS E EXPLORAÇÃO DE CRÉDITOS DE CARBONO NAS FLORESTAS EM ANGOLA

Governo 16-05-2026
SECTOR DA AGRICULTURA E FLORESTAS DA PROVÍNCIA DE ICOLO E BENGO ANALISADO PELO MINISTRO ISAAC DOS ANJOS

Durante dois dias, 13 e 14 de maio de 2026, o Ministro da Agricultura e Florestas Eng.º Isaac Francisco Maria dos Anjos, trabalhou na província do Icolo e Bengo, onde constatou o nível de produção agrícola e o andamento das obras de várias infraestruturas ligadas ao sector.

A jornada, começou com um encontro de cortesia entre o governador provincial Auzílio Jacob, e o Ministro Isaac dos Anjos, ambos acompanhados dos seus altos responsáveis de cada estrutura.

No encontro, Auzílio Jacob, fez uma caracterização geral do sector da agricultura, pecuária e pescas na província, sinalizou o alto nível de produção agrícola e apontou algumas preocupações ligadas a infraestruturas.

O Ministro Isaac Dos Anjos, tomou boa nota das preocupações levantadas, afirmou o apoio institucional do MINAGRIF, para a resolução de algumas preocupações manifestadas pelo governo local.

Dando resposta a uma das preocupações, o Ministro fez saber que não foi a Província de Icolo e Bengo de mãos vazias, e fez a entrega de duas viaturas, que vão servir para o apoio do departamento provincial do Instituto dos Serviços de Veterinária (ISV) de Icolo e Bengo.

Com uma agenda intensa, no primeiro dia de visita, as delegações foram constatar como estão a decorrer as obras da barragem da Quiminha velha, que já estão a cerca de 70% de execução, visitaram também os aviários West Aves e Agroko/Noble Grupo, ambas fazendas produzem, frango de corte, ovos, ração, criação de gado bovino horticultura e fruticultura.

No último dia da visita, foram também constatar o estado das Artes do Vale do Bom Jesus, a fazenda Nov Agrolíder,o aviário da fazenda Agrobal, da fazenda Mumba e as infraestruturas e campos de plantação da Quiminha Nova.

Da constatação feita constam o assoreamento das valas de irrigação, sobretudo no Vale do Bom Jesus, que dificulta o trabalho dos agricultores, escassez de adubos e fertilizantes, bem como preços altos de ração animal.

A existência de várias infraestruturas agrícolas, barragem e aviários instalados nos municípios de Cabiri, Catete e Bom Jesus.
O Ministério da Agricultura e Florestas está a melhorar, a nível do país, alguns antigos canais de irrigação que impulsionavam a economia nacional de modos a facilitar a actividade dos agricultores familiares e não só.

Em entrevista a comunicação social que acompanhou os dois dias de trabalho,
O Presidente do Conselho de Administração (PCA) da GESTERRA, empresa gestora do Projecto Agrícola da Quiminha, Carlos Paím, considerou que a Quiminha está a relançar a sua capacidade produtiva que pode responder a necessidades dos avicultores, produção de hortícolas e frutas.

“Com a recuperação do sistema de bombagem as famílias voltaram a receber água pelo sistema produtivo e neste momento a Quiminha está a renascer e em breve começará a expor o seu potencial de produção de cereais, frutas e hortofrutícola”, disse.
“Os trabalhos decorrem a bom ritmo, e neste momento já estamos em produção plena na Quiminha Nova e a breve trecho a barragem de regulação da Quiminha Velha verá as suas obras concluídas para permitir que as águas do rio Zenza não transbordem e criem constrangimentos às populações circunvizinhas”, enfatizou.

O PCA afirmou que a manutenção nos sistemas de irrigação continua, assim como a reabilitação e recuperação da barragem da Quiminha velha, que tem a previsão de conclusão para 2027.

Fonte: GTICII
Governo 15-05-2026
AGRICULTURA ULTRAPASSA PETRÓLEO E LIDERA ECONOMIA ANGOLANA

O sector agropecuário duplicou o seu peso na economia, nos últimos dez anos, ao passar de 13,66% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2015, para 25,43% em 2025, valor que coloca a agricultura como o maior contribuinte para a estrutura produtiva de Angola, ultrapassando o tradicional sector petrolífero.

A afirmação é do Ministro de Estado para Coordenação Económica, José de Lima Massano, esta terça-feira, durante a sua intervenção na mesa-redonda sobre agricultura sustentável, em Nairobi, à margem do Fórum África-França, que decorreu de 11 a 12 de Maio, em Nairobi, Quénia.

Ao partilhar os resultados da política de segurança alimentar em curso no país, afirmou que “a produção em Angola ultrapassou 30,4 milhões de toneladas, na campanha agrícola 2024/25, registando um aumento de 8,5% face ao período anterior, com destaque para o milho, trigo, mandioca, batata-doce, hortícolas, frutas e café comercial.

Estes resultados, ressaltou, serão reforçados com a entrada em funcionamento da primeira fábrica de amoníaco e ureia para produção local de fertilizantes, prevista para 2027.

Na sua intervenção, o Ministro de Estado para Coordenação Económica referiu que “a agricultura em África deve ser tratada como segurança estratégica continental,” para além de uma prioridade social.

Para José de Lima Massano, a segurança alimentar em África ultrapassou a esfera social para se afirmar como um "imperativo estratégico" de soberania económica, estabilidade e resiliência do continente.

Defendeu que para reduzir a dependência e aumentar a resiliência, é urgente acelerar investimentos em infraestruturas como irrigação, mecanização, investigação agrícola, cadeias logísticas, armazenamento, agroindústria e financiamento rural.

O Ministro de Estado para a Coordenação Económica ressaltou que a capacidade de produção existe, como demonstram os números sobre produção agrícola em Angola e que o caminho passa pela manutenção de políticas públicas consistentes e integradoras.

O governante reconheceu que, apesar dos progressos, persistem desafios, apontando a crise no Médio Oriente como um exemplo claro de como os choques geopolíticos internacionais afectam directamente os sistemas alimentares africanos, provocando aumentos nos preços dos combustíveis, fertilizantes, seguros e transporte marítimo.

Para os países que ainda são importadores líquidos de alimentos, como muitos dos que compõem o continente, esta dependência externa continua a ser um factor de fragilidade acrescida, alertou o chefe da Equipa Económica, antes de reiterar que, perante este cenário, a agenda agrícola de África deve ser encarada como segurança estratégica continental.

A Cimeira Africa Forward 2026, subordinada ao tema “Parcerias África-França para a Inovação e o Crescimento”, foi co-organizada pelo Quénia e pela França nos dias 11 e 12 de Maio de 2026, no Centro Internacional de Conferências Kenyatta (KICC) e na Universidade de Nairobi.

O evento reuniu Chefes de Estado, líderes empresariais, empreendedores e investidores.

Fonte: Coordenação Económica
Governo 11-05-2026
MINISTRO MANTÉM ENCONTRO COM OS 23 ADMINISTRADORES E DIRECTORES MUNICIPAIS DA AGRICULTURA DO UÍGE

Desde a passada quarta-feira 06 de maio que o Ministro da Agricultura e Florestas, Eng.º. Isaac Francisco Maria dos Anjos, cumpre uma intensa agenda de trabalho na província do Uíge.

Neste sábado, o ministro manteve um encontro com os administradores dos 23 municípios e com os Directores municipais da Agricultura da terra do bago vermelho.

Coube a Vice-Governadora para os Serviços Técnicos e Infraestruturas, arquiteta Helena da Cruz Vieira Dias Pereira Laurindo, proferir o discurso de abertura. A governante agradeceu pela visita e pelos ensinamentos e aprendizado durante os dias de visita do ministro e a sua delegação.

“Excelência, em nome de Sua Excelência Governador Provincial e do povo do Uíge, agradecemos pela vossa presença, por nos honrar com este encontro, pela partilha de conhecimento e troca de experiência, pois, acreditamos que a nossa província jamais será a mesma depois deste encontro” assegurou a Vice. Governadora.

Neste encontro que durou cerca de 3 horas, o titular da pasta da agricultura deu uma aula de sapiência aos participantes do certame, fazendo uma abordagem geral do movimento crescente no sector da agricultura, pecuária e florestas.

“Agradeço pelo que vocês estão a fazer aqui, afinal é possível, e está a acontecer aqui no Uíge, estamos a resgatar o que havíamos perdido, pelo que pude constatar nas visitas efectuadas, nas conversas com produtores, agricultores e com as famílias” avançou Isaac dos Anjos.

O Ministro reiterou, o apoio institucional do MINAGRIF, para a solução das várias situações constatadas in loco, no périplo que realizou pelos municípios onde passou.

“A lição que tiro daqui é, se este movimento, e a estratégia adoptada está a dar resultados aqui no Uíge, é um modelo que pode ser multiplicado em outras partes do nosso País” afirmou o Ministro

O Ministro apelou, para que se faça mais e melhor, para que se possa definitivamente sair da posição que o País se encontra no que toca a produção de alimentos e a segurança alimentar e nutricional, e para tal os actores todos da cadeia, devem transformar os sistemas agrícolas, em agroalimentares e silvo pastoris.

Fonte: GTICII
Governo 11-05-2026
GADO BOVINO E PRODUÇÃO DE ARROZ NAS FAZENDAS SÃO FRANCISCO E TALISMÃ EM SANZA POMBO AVANÇA COM NÍVEIS SATISFATÓRIOS

No cumprimento da sua jornada de trabalho na província do Uíge, o Ministro da Agricultura e Florestas, Engº. Isaac Francisco Maria dos Anjos, trabalhou nesta sexta-feira, no município de Sanza Pombo, onde constatou os níveis de produção agropecuária de duas fazendas, nomeadamente São Francisco e Talismã.

Na fazenda Talismã, que conta actualmente com mais de cinco mil hectares, o Ministro, foi informado de que a unidade fazendeira está apostada na produção de girassol, arroz, milho, feijão e café robusta.

Os dados foram revelados à imprensa pelo Director da Área de Protecção da fazenda, Estevão Miguel, que explicou que, dos mais de cinco mil hectares disponíveis, mais de duzentos estão a ser explorados com diversas culturas, com destaque para o girassol.

Segundo o responsável, neste momento a fazenda possui 10 hectares de feijão, 60 de milho e 412 de girassol.

Acrescentou ainda que estão em preparação mais 400 hectares para o cultivo de girassol e 600 destinados ao arroz.

Já na fazenda São Francisco, igualmente localizada no município de Sanza Pombo, o gerente Armando Sardinheiro explicou, que a fazenda iniciou as actividades em 2023, com a criação de 300 cabeças de gado bovino, número que actualmente ultrapassa as mil e quatrocentas cabeças.

No mesmo ano, a fazenda deu início ao cultivo de arroz, tendo produzido inicialmente em 400 hectares, número que subiu para 700 hectares até ao momento.

GABINETE DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO, COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL E IMPRENSA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E FLORESTAS, Luanda, aos 09 de Maio de 2026.

Relativamente ao abate de gado para consumo, Armando Sardinheiro garantiu que, num futuro breve, a iniciativa poderá tornar-se uma realidade.

Quanto à colheita do arroz, o gerente referiu existir disparidade nos níveis de produção devido a vários factores, entre os quais a infertilidade de alguns terrenos, sendo que certas áreas apresentam maior produtividade do que outras.

A fazenda possui actualmente cerca de 170 toneladas de arroz já descascado em stock.
A empresa processa entre 400 e 500 sacos de 25 quilos, cuja comercialização é feita nos mercados local e nacional, ao preço mínimo de 14 mil kwanzas, dependendo da qualidade do produto.

Questionado sobre a possibilidade de exportação, Armando Sardinheiro afirmou que, para já, essa hipótese não faz parte dos planos da empresa, uma vez que a prioridade é abastecer o mercado local.

Além da produção de arroz, a fazenda também se destaca no cultivo de milho, girassol e outras culturas agrícolas.

Fonte: GTICII

minagrif.gov.ao Ministro da Agricultura e Florestas

Isaac Francisco Maria dos Anjos



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