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SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE CONCESSÕES FLORESTAIS E EXPLORAÇÃO DE CRÉDITOS DE CARBONO NAS FLORESTAS EM ANGOLA

Governo 08-05-2026
INSTALAÇÕES DO ISV, IIA E IIV DO MINAGRIF NO UÍGE, NOS MUNICÍPIOS DO NEGAGE, NSOSO E BUNO RECEBERAM VISITA DO MINISTRO

O titular da pasta da Agricultura e Florestas Constata Realidade do Sector na Província do Uíge.

O Ministro da Agricultura e Florestas, Engº. Isaac Francisco Maria dos Anjos, trabalhou nesta quinta-feira, 7 de maio, nos municípios do Negage, Nsoso e Bungo, para conhecer de perto a realidade do sector nestas zonas.

Na agenda de trabalho constou a visita as infraestruturas dos Instituto dos Serviços de Veterinária (ISV), Instituto de Investigação Agronómica (IIA), Instituto de Investigação Veterinária, as fazendas Conceição, Mussangui, Kinsoni Agropecuária, e as Escolas de Campo dos Agricultores (ECAs).

Mais do radiografar os municípios do Negage, Bungo e Nsosso, numa agenda que se enquadra no âmbito da Abertura da Campanha Florestal, o trabalho de campo visou também interagir com as famílias camponesas, pequenos e grandes produtores cujo dia-a-dia é dinamizar as actividades agropecuárias de iniciativas particulares ou colectivas.

Na Fazenda Conceição, em Negage, Isaac dos Anjos, acompanhado do governador da província do Uíge, José Carvalhos da Rocha, do Secretário de Estado para as Florestas João Cunha, e dos distintos Directores Nacionais, Gerais e Provinciais e os membros das administrações municipais, se inteiraram sobre o crescimento do projecto agropecuário que foi apoiado pelo MINAGRIF, e que beneficiou de 50 cabeças de gado bovino no âmbito do projecto de repovoamento animal do Planalto de Camabatela, e actualmente conta com 86 cabeças de bovinos, 40 cabritos, 37 ovinos e 123 suínos, o projecto conta com o apoio e acompanhamento dos técnicos do ISV.

Já a fazenda Mussangi, que também acolheu a visita da delegação, ela actua nos ramos da aquicultura e fruticultura, e posiciona-se como a empresa que lidera na produção de alevinos, criação de tilápia, pitaia, goiabeiras, abacateiros, mangueiras e abacaxi, o grupo de trabalho aferiu os níveis de produção e a transformação de produtos, como a goiaba. Tendo o responsável da empresa, o senhor Elizeu Manuel, afirmando que possui uma unidade que produz a marmelada e o vinho de goiaba.

A delegação, foi visitar o Posto de Fiscalização e Inspecção Sanitário do Bungo, já com todas as condições criadas, esta infraestrutura foi erguida para manter os níveis de qualidade dos animais e conferir melhor qualidade de trabalho para os técnicos do ISV.

A entrada no município do Nsoso, a delegação foi recebida pela administradora municipal Dra. Maria de Lurdes Fernando, que encaminhou o grupo a visita à Fazenda do Kinsoni Agropecuária, Lda, o responsável daquela empresa, Baptista Fumuassuca, apresentou o manancial de gado bovino, e declarou existir cerca de 50 cabeças de gado bovino, e que espera contar com mais apoio do MINAGRIF.

O roteiro da jornada, ficou concluído com a visita a Estação Zootécnica do Instituto de Investigação Veterinária e da Estação Experimental do Instituto de Investigação Agronómica no Nsoso.

Os dois institutos vocacionados a pesquisa e investigação apresentaram a delegação, o potencial das infraestruturas que deverão servir para o fomento e melhoramento de espécies animais de rápida reprodução, e de variedades de culturas agrícolas igualmente melhoradas.


A visita da delegação aos municípios do interior do Uíge, acontece num momento em que a província já colhe os resultados de anos de implementação do Programa Local de Apoio à Agricultura Familiar, com a participação activa de mais de 200 mil famílias camponesas.

Fonte: GTICII
Governo 08-05-2026
EMPRESÁRIOS BELGAS DEMOSNTRAM INTERESSE EM INVESTIR NO AGRONEGÓCIO EM ANGOLA

O Secretário de Estado para a Agricultura e Pecuária, Eng.º Castro Paulino Camarada, recebeu em audiência, nesta quarta-feira, em Luanda na sala de reuniões do MINAGRIF, O Embaixador da Bélgica em Angola, Sua Excelência Stéphane Doppagne acompanhado de uma importante delegação multissetorial de empresários da Bélgica, acompanhada pelo respectivo Embaixador acreditado em Angola.

O encontro serviu para a apresentação de um robusto pacote de soluções tecnológicas destinadas a acelerar a produtividade no agronegócio e reforçar a autossuficiência alimentar do país.
Durante a sessão, o Secretário de Estado fez uma caracterização exaustiva do sector, sublinhando que Angola vive um momento de abertura sem precedentes.

O nosso menu de oportunidades muito vasto e estamos prontos para parcerias que tragam inovação, escala e modernização ao nosso sistema produtivo”, afirmou o Eng.º Castro Camarada.

O Embaixador da Bélgica em Angola, Sua Excelência Stéphane Doppagne destacou a relevância desta missão económica prévia, composta por 21 empresas, das quais nove são dedicadas exclusivamente ao agronegócio. O diplomata enfatizou o sucesso do modelo B2G (Business to Government) e a prontidão das empresas belgas em colaborar com o Executivo angolano na transferência de conhecimento e na implementação de projectos de longo prazo que valorizem o capital humano e as terras nacionais.

Os empresários apresentaram propostas disruptivas que visam optimizar a cadeia de valor agrícola e pecuária:
Inteligência Artificial (IA) na Pecuária:

A empresa Neotex (Miotex) apresentou uma tecnologia de reconhecimento facial para o gado. A solução, de baixo custo, permite a identificação biométrica digital, combatendo o roubo de animais e criando um histórico de rastreabilidade que facilita o acesso ao crédito bancário.

Fertilização de Precisão: A Triferto propôs o desenvolvimento de fórmulas de fertilizantes customizadas, ajustadas especificamente às carências nutricionais dos solos angolanos, visando aumentar o rendimento por hectare.

Valorização de Biomassa: A empresa Vink detalhou projectos para a conversão de resíduos de café, cacau, arroz e trigo em energia térmica e eléctrica, aproveitando subprodutos que actualmente não são valorizados.
Eficiência na Avicultura: A Roxel apresentou sistemas automatizados de alimentação para reduzir o desperdício de ração que chega a atingir 40% em algumas unidades e reforçar as normas de biossegurança nos novos aviários que estão a surgir no país.

Centro de competências montagem de Drones. Á empresa IPROMAC , manifestou interesse em estabelecer um centro de montagem de drones de custo baixo e médio para apoiar na produção agropecuária e florestal.

O Secretário de Estado Castro Camarada reiterou que a prioridade do Governo é a produção de cereais (milho, trigo, soja e arroz) em larga escala, estando para tal disponível 500 mil hectares mapeados na região Leste. Sublinhou ainda a necessidade de instalar capacidade fabril local para componentes de irrigação e insumos, reduzindo a dependência de importações.

“Queremos que a tecnologia seja produzida aqui. Angola é a porta de entrada para a região da SADC e o nosso foco é fazer o agricultor produzir com eficiência, obetenção de rendimentos e ajudar o país aumentar as exportações”, concluiu o governante.

No final da audiência, as partes acordaram o estabelecimento de um canal directo para a partilha de informações técnicas e listas de empresas moageiras, com vista à formalização de projectos de investimento ainda no decorrer do presente ano.

Fonte: GTICII
Governo 08-05-2026
ANGOLA APRESENTA RESULTADOS HISTÓRICOS NO SECTOR AGRÁRIO E FLORESTAL DURANTE FÓRUM COM A UNIÃO EUROPEIA

O Secretário de Estado para a Agricultura e Pecuária, Eng.º Castro Paulino Camarada, apresentou, nesta terça-feira, 05 de Maio de 2026 em Luanda, os resultados e as perspectivas do sector agrário e florestal durante o Fórum Empresarial Angola-União Europeia, focado nas oportunidades do Corredor do Lobito.

Integrando o Painel 1 sob o tema "Agricultura, Agroindústria e Segurança Alimentar e Nutricional", o governante destacou o dinamismo acentuado do sector, que registou um crescimento anual de 5% nos últimos dois anos, consolidando Angola como um destino estratégico para o investimento europeu.

Crescimento Robusto nas Fileiras Agrícolas

Durante a sua alocução, o Eng.º Castro Camarada revelou dados expressivos da campanha agrícola 2024/25, que demonstram aumentos significativos em todas as fileiras produtivas em relação ao ano anterior:

Cereais: + 6,5%
Raízes e Tubérculos: + 10,6%
Leguminosas e Oleaginosas: + 5,9%
Hortícolas: + 8,2%
Frutas: + 5,5%

No domínio da pecuária, o sector manteve a tendência de alta com um incremento de 7,3% na produção de carne e 5% na produção de ovos, reforçando os passos dados em direcção à auto-suficiência proteica.

Um dos pontos altos da apresentação foi a trajectória de revitalização do café comercial, que registou um aumento assinalável de 40% na produção na última campanha. Segundo o Secretário de Estado, as exportações mais do que duplicaram, sinalizando o regresso de Angola aos mercados internacionais com uma cadeia de valor robusta e competitiva.

No que concerne ao sector florestal, o Eng.º Castro Camarada reafirmou a aposta do Governo na industrialização local com a construção de três grandes Parques Industriais para a Transformação da Madeira, localizados no Lucala (Cuanza Norte), Cachiungo (Huambo) e Dinge (Cabinda).

Em termos de perspectivas, o Ministério da Agricultura e Florestas mantém o foco na transformação da agricultura nacional, com uma estratégia estruturada para a agricultura familiar. O objectivo é oferecer um caminho claro de crescimento que permita às famílias rurais e aos jovens evoluir para estados de autonomia e competitividade económica.

“O cooperativismo é o nosso principal veículo para a profissionalização e a integração das explorações familiares no mercado formal”, pontuou o Secretário de Estado.

Ao finalizar a sua intervenção, o governante enfatizou a viabilidade económica atractiva de cadeias prioritárias como o milho, arroz, soja, trigo, café, abacate, óleo de palma e avicultura, cujos indicadores financeiros são sólidos.

O Eng.º Castro Camarada convidou os empresários e parceiros da União Europeia a participarem activamente neste processo de transformação, aproveitando a janela singular de oportunidades e o ambiente de negócios favorável que Angola oferece hoje, potenciado pela logística estratégica do Corredor do Lobito

Fonte: GTICII
Governo 08-05-2026
SECRETÁRIO DE ESTADO PARA AS FLORESTAS REAFIRMA APOSTA NA TRASNFORMAÇÃO DA MADEIRA LOCAL

O secretário de Estado para as Florestas, João Bartolomeu da Cunha, reafirmou, ontem terça-feira, 5, na província do Uíge, o compromisso do governo angolano com a floresta natural para promover o aproveitamento e transformação da madeira local, mediante a sua industrialização.

Essa aposta enquadra-se no quadro de uma estratégia abrangente e de valorização do vasto potencial do país e da diversificação da economia, para impulsionar a indústria da madeira.

João Bartolomeu da Cunha reafirmou o facto no acto de abertura da campanha florestal 2026, que decorreu no município de Dange-Quitexe, na província do Uíge, sob o lema " Florestas - proteger hoje, garantir o amanhã ".

O responsável destacou o papel do Estado na criação de políticas, com vista a sua proteção e preservação, permitindo que a sua exploração e aproveitamento seja feita com responsabilidade e harmonia, com os preceitos de sustentabilidade ambiental.

Considerou ainda as florestas angolanas como sendo um importante factor de garantias da estabilidade ambiental e da manutenção da qualidade de vida, pois asseguram os recursos minerais, tais como a madeira e seus derivados, plantas medicinais e produtos destinados à alimentação humana.

" As florestas angolanas são uma fonte importante de recursos e de pesquisas científicas, de turismo e lazer, entre outros " , acrescentou o secretário de Estado.
Lembrou ainda que a campanha florestal 2026 é a convicção de que é o limiar de uma nova era para o sector florestal.

Disse também que a exploração florestal, por contrato de concessão florestal, vai contribuir para maior racionabilidade e sustentabilidade nas explorações dos recursos florestais, maior responsabilidade e mais segurança jurídica para os titulares de direitos de exploração florestal.

Por sua vez, a vice-governadora do Uíge para o Serviço Técnico e Infraestruturas, Helena Vieira Dias Laurindo, disse que a província do Uíge detém um dos maiores potenciais activos de exploração florestal do país, com uma área total licenciada na ordem dos 52 mil hectares.

Helena Pereira Dias Laurindo considerou que a produção florestal continua a ser um dos pilares da economia da região, gerando empregos e sustentando inúmeras famílias.

" Está aqui uma riqueza que se materializa em espécies de reconhecida qualidade, cobiçadas pelo mercado nacional e internacional ", disse a vice-governadora.
Na ocasião, reforçou o apelo aos operadores do ramo madeireiro para a necessidade de regeneração da floresta plantada inactiva.

Lembrou que a área reflorestada na província é actualmente de apenas 20 hectares, um número que considerou insuficiente.

O acto contou com a participação de directores nacionais do Ministério da Agricultura e Florestas, membros do Governo Provincial do Uíge, responsáveis das empresas madeireiras, autoridades tradicionais, entre outros.

Fonte: ANGOP
Governo 08-05-2026
EMPRESÁRIOS MADEREIROS E FLORESTAIS APRESENTAM PREOCUPAÇÕES DA CLASSE AO MINISTRO

No âmbito da Abertura da Campanha Florestal, que decorreu nesta terça-feira 05, na província do Uíge, o Ministro da Agricultura e Florestas Eng.º Isaac Francisco Maria dos Anjos, reuniu nesta quarta-feira, 06 maio, na fazenda Terra Florestal, no município de Dange Quitexe, com os empresários do sector madeireiro e florestal.

O responsável da Empresa Terra Florestal Sr. Neto, abriu o encontro tecendo palavras circunstanciais, depois de uma visita guiada a zona de produção da fazenda.

A reunião com os empresários durou cerca de 4 horas, e foi presidida pelo Sr. Ministro, Secretário de Estado para as Florestas, a Vice-Governadora para o sector Técnico e Infraestrutura, e testemunhada pelos Directores Nacionais, Gerais e Provinciais. Participaram do encontro mais de 30 empresários, que saíram de diversas regiões do País, Bengo, Cuando, Cubango, Moxico, Moxico Leste, Zaire, Cuanza-Norte e Malanje e as várias empresas que foram representadas pela Associação Nacional dos Industriais e Madeireiros de Angola (ANIMA).

Á mesa, foram apresentadas várias inquietações e preocupações que os madeireiros têm vivido no seu dia-a-dia, as questões mais candentes, as quais esta classe solicitou o apoio institucional do MINAGRIF, tem que ver com:
A questão da lei de terras, a constante apreensão da madeira que circula legalmente pela Estrada Nacional 180, a dificuldade de circulação de madeira, cujo a empresa transportadora está legalizada e tem a papelada exigida pelas autoridades.

Empresas que cumprem com todas as exigências legais, continuam a experimentar dificuldades de vária ordem, os madeireiros reclamam também a inexistência de crédito bancário para esta classe, a fraca fiscalização dos fiscais do IDF, a permanência de estrangeiros (chineses) na zona de corte do sector, uma vez que as licenças são concedidas aos nacionais, a falta de conhecimento das espécies de madeira e de procedimentos por parte dos agentes, a acusação constante de contrabando de madeira e de combustíveis, uma vez que as empresas madeireiras têm a necessidade de comprar e transportar muitas vezes mais de 200 litros de gasóleo, também neste quesito pedem apoio institucional junto da empresa angolana de combustíveis, o conflito de terras, a proibição ou cedência de licença de carvão e lenha, e a falta de coordenação das instituições do estado que intervêm nos vários processos que acabam em apreensão, multas e nalguns casos a perda do produto.

Estes foram alguns dos temas abordados, que o Ministro ouviu com muita atenção, tomou muito boa nota e disse aos empresários que o MINAGRIF está disponível para continuar a conversar com os players, e que a seu tempo dará respostas as questões apresentadas, mas apelou aos empresários a abandonarem as más práticas que prejudicam o estado

“Estamos a trabalhar para resgatar a autoridade do Ministério da Agricultura e Florestas, por isso não vamos aceitar que apenas os funcionários públicos sejam responsabilizados, quando os empresários também têm uma quota parte nestes processos que lesam o estado, e, nada lhes acontece. para haver um corrupto, sempre haverá um corruptor, por isso abandonem estas práticas” concluiu o Ministro

Depois do encontro com os madeireiros, a delegação seguiu para o município de Mucaba, na fazenda Boa Esperança, que dista a 65 quilómetros da capital da província, e onde foram recebidos pela administradora municipal, Dra. Natacha Sandra Miguel João, que fez uma caracterização geral de como está o sector da agricultura na zona que dirige, com realce da existência de mais de mil cafeicultores que ajudam a alavancar o sector naquelas paragens.

O proprietário da fazenda o senhor Ernesto Massala, apresentou as potencialidades, numa área de 250 hectares, mas apenas 75 hectares estão plantados, e tendo como culturas o abacate, o milho a mandioca, e outras hortícolas, mas tem como cultura perene o café.

No Mucaba, além da fazenda Boa Esperança, foram também visitadas a fazenda Zando, juntamente com a cooperativa Pedro Pache, e a localidade de Kaquengue, nestes encontros, Isaac dos Anjos, ouviu as preocupações das comunidades, das cooperativas, dos agricultores e dos fazendeiros, e interagiu com a comunidade, tendo proporcionado um momento de partilha de conhecimento sobre o manuseio e plantação correta da bananeira, para maior e melhor produtividade na produção de banana.

No fim das visitas deste dia, o Ministro da Agricultura e Florestas, lançou um desafio a senhora administradora de Mucaba, que é, o de apresentar 400 novos empresários agrícolas, e estes, devem ser os jovens locais.

A agenda da delegação, continuará com os trabalhos nesta quinta-feira 07, já com o Governador José Carvalho da Rocha integrado na comitiva.

Fonte: GTICII

minagrif.gov.ao Ministro da Agricultura e Florestas

Isaac Francisco Maria dos Anjos



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